Impávido olhar observador,
Que tudo vê mas nada atinge,
Esconde muda a minha dor,
Minha cruz que boca tinge.
Divagando navega cego pelo longo pensamento
Avistando senão horizonte nesse mar de sentimento,
Mundo vazio desprovido de verdade,
Dimensão atroz de fuga à realidade.
E preso me sinto nesta terra de nada,
Terra dos feitos e da paz desejada.
Imóvel permaneço reprimido,
Por vontade de mais, possuído.
Mas consciente observo:
No Nada existo
Aos olhos alheios,
Reino e persisto
Sem olhar a meios.
De mim sou Rei, e servo!
quinta-feira, 26 de junho de 2008
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2 comentários:
Gostei! =)
ainda bem =D é bom ver que conseguimos atingir alguém com a nossa escrita. mesmo que seja só uma pessoa. obg banana[]
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