Esgotado ser este cheio de ânsia,
Que em fadiga se via embrunhado,
Que de tudo se queria ver à distância
em paz e descansado.
-Tarefa árdua no entanto!
Cansaço era o prato do dia.
Concertesa aquele que menos apetecia.
De cabeça baixa prosseguia
Procurando aquilo que mais queria.
-Pela oportunidade desejava tanto!
Encontrar-se cinco minutos com ela.
Estar tão perto e tão longe simultaneamente
era um golpe à sua mente.
Complicada vontade tão singela.
-Estava atento a cada recanto!
Mas afinal era quem menos sofria.
Nesses segundos que consigo cruzar-se conseguia
era a sua cara a mais triste que ele via.
Infelizes traços de um rosto que não entendia.
-Perigoso e desconfortante encanto!
Ainda mais a desejava agora encontrar.
E por fim conseguiu-se aproximar.
Mas pouco entendeu do que queria desabafar
e abalou sem muito conseguir ajudar.
-Mas era o que eu mais queria! nem sabes o quanto!
quinta-feira, 18 de setembro de 2008
segunda-feira, 15 de setembro de 2008
Regresso
Olá olá aos nossos leitores (se é que ainda os há)
Infelizmente o verão está a chegar ao fim, e com ele as férias. Este período de ausência foi, para muita pena minha, motivo de impedimento para continuar a colocar novas estrofes e rimas neste espaço. Mas nem tudo é mau. Este tempo de afastamento da realidade rotineira permitiu-me viver novas sensações e experiências e fica aqui a promessa do aparecimento, num futuro próximo, dessas impressões no Vadiar a Vida.
Deixando-vos algo dos meus primórdios, só para acabar com a seca,
King Nothing
Intrometimento
O relacionamento...
É algo para que não tenho jeito!
Qualquer que seja o sentimento
Não ajo direito.
Seja a meu respeito ou não
Pareço um parvalhão
Pois quaisquer que sejam as maneiras
Só faço e digo asneiras.
Fico preso na emoção
Por mais que bata o coração.
Não solto o que cá dentro arde
pois no fundo sou um cobarde.
Sou um sujeito reprimido
Por ser tímido sou conhecido.
Alego não perceber o que sinto.
Mas será bem assim?
Pareço perdido num labirinto
Confuso e sem fim.
A relação é um campo de batalha
Onde se luta de coração quente
E muita gente se espalha.
Onde só vence quem não mente,
Quem não omite,
Quem não hesite.
Há quem nao olhe mesmo a meios.
Mas eu cá escondo-me nos problemas alheios.
Para os outros estou sempre a olhar.
Dou a desculpa de querer ajudar.
Mas o que sei eu do assunto?
No tema sou nascido, e defunto!
O que é que eu sei?!
Quando eu próprio não sei o que faço,
Quero dizer que os outros ajudei?!
Sou um falhado... um tanso... um palhaço.
Infelizmente o verão está a chegar ao fim, e com ele as férias. Este período de ausência foi, para muita pena minha, motivo de impedimento para continuar a colocar novas estrofes e rimas neste espaço. Mas nem tudo é mau. Este tempo de afastamento da realidade rotineira permitiu-me viver novas sensações e experiências e fica aqui a promessa do aparecimento, num futuro próximo, dessas impressões no Vadiar a Vida.
Deixando-vos algo dos meus primórdios, só para acabar com a seca,
King Nothing
Intrometimento
O relacionamento...
É algo para que não tenho jeito!
Qualquer que seja o sentimento
Não ajo direito.
Seja a meu respeito ou não
Pareço um parvalhão
Pois quaisquer que sejam as maneiras
Só faço e digo asneiras.
Fico preso na emoção
Por mais que bata o coração.
Não solto o que cá dentro arde
pois no fundo sou um cobarde.
Sou um sujeito reprimido
Por ser tímido sou conhecido.
Alego não perceber o que sinto.
Mas será bem assim?
Pareço perdido num labirinto
Confuso e sem fim.
A relação é um campo de batalha
Onde se luta de coração quente
E muita gente se espalha.
Onde só vence quem não mente,
Quem não omite,
Quem não hesite.
Há quem nao olhe mesmo a meios.
Mas eu cá escondo-me nos problemas alheios.
Para os outros estou sempre a olhar.
Dou a desculpa de querer ajudar.
Mas o que sei eu do assunto?
No tema sou nascido, e defunto!
O que é que eu sei?!
Quando eu próprio não sei o que faço,
Quero dizer que os outros ajudei?!
Sou um falhado... um tanso... um palhaço.
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